Eu e a Carol havíamos visitado Cingapura pela primeira vez em 1997. Nessa segunda visita, em outubro de 2011, ficamos de queixo caído do quanto a cidade evoluiu urbanisticamente e em qualidade de vida. Naquela época, a maior “virtude” de Cingapura parecia ser a de um país que andava na linha das leis em meio ao caos divertido do sudeste asiático. Tudo mudou rapidamente. A baía de Cingapura ganhou novas linhas, cores, vida.
O governo estimula a cultura e a diversão, quer atrair turistas. Você consegue sentir a vibração das pessoas em que é importante ser feliz no tempo de lazer. O resto do tempo eles usam para ganhar dinheiro. Muito dinheiro que circula pela ilha o que facilita investir em bons projetos sociais, culturais e de sustentabilidade. Cingapura nos faz pensar em como as grandes cidades poderiam ser mais bem organizadas e o quanto isso garante em retorno para a população.
















